Auxílio-acidente do INSS
Você pode ter direito a um benefício mensal do INSS e aos valores atrasados
Para quem sofreu acidente de trabalho, teve CAT ou auxílio-doença acidentário (B91) e ficou com limitação permanente depois da alta. O benefício pode ser pago junto com o salário.
Não somos escritório de advocacia. A Vitallis é uma assessoria administrativa. Quem analisa e concede o benefício é o INSS.
Depois da alta
Teve alta do auxílio-doença e ficou com sequela?
O auxílio-acidente é uma indenização paga pelo INSS a quem ficou com redução permanente da capacidade de trabalho depois de um acidente. Ele não substitui o salário: soma a ele.
Pela lei, o benefício começa no dia seguinte ao fim do auxílio-doença. Quando o pedido é feito depois, os valores desde a alta podem ser pagos de forma retroativa, dentro do limite de cinco anos.
Junto com o salário. Não exige afastamento, e continua se você mudar de emprego.
Mensal, até a aposentadoria. O pagamento termina quando a aposentadoria começa e não se acumula com ela.
Pedido administrativo. É feito ao INSS, com perícia médica. É nesse caminho que a Vitallis atua.
Depende de requisitos. Vínculo na data do acidente, relação com o trabalho e sequela confirmada na perícia.
O caminho do acidente até o benefício
- Acidente de trabalho, com CAT
- Auxílio-doença acidentário, o B91
- Alta, com sequela
- Pedido do auxílio-acidente no INSS, com perícia
- Se concedido, benefício mensal junto com o salário, mais os valores desde a alta
Qualificação
Para quem faz sentido conversar
Faz sentido quando
- Você era CLT e o acidente aconteceu no trabalho ou no trajeto, com CAT emitida.
- Recebeu auxílio-doença acidentário, o B91, e já teve alta.
- A lesão exigiu cirurgia com placa, pino ou parafuso, ou houve amputação.
- Ficou com limitação permanente: força, movimento, dor ou sensibilidade.
- Tem laudos, exames ou relatório cirúrgico, mesmo incompletos.
Ainda não faz sentido quando
- Você se recuperou por completo e não tem limitação depois da alta.
- Ainda está afastado, recebendo auxílio-doença. O auxílio-acidente só entra depois da alta.
- Já recebe aposentadoria. O auxílio-acidente não se acumula com ela.
- Na época do acidente você contribuía como autônomo ou MEI. Para esses casos a lei não prevê o auxílio-acidente.
- O acidente não teve relação com o trabalho. O benefício ainda pode existir, mas não é o tipo de pedido que acompanhamos.
Na dúvida, responda ao questionário. A análise inicial da documentação não tem custo. Verificar meu caso
Transparência
Não somos escritório de advocacia. Quem concede o benefício é o INSS.
A Vitallis é uma assessoria administrativa. Nosso trabalho termina em um pedido completo, bem documentado e acompanhado. A decisão é do INSS, depois da perícia.
O que a Vitallis faz
- Analisa a documentação que você já tem.
- Organiza o pedido administrativo do auxílio-acidente.
- Orienta sobre o que falta e como conseguir.
- Acompanha o pedido até a resposta do INSS.
O que a Vitallis não faz
- Não presta serviços jurídicos nem atua na Justiça.
- Não garante resultado, valor ou prazo.
- Não cobra pela análise inicial.
- Não pede a sua senha do gov.br.
Como funciona
Do questionário ao pedido no INSS, em quatro etapas
-
01
Você responde ao questionário
Quatro perguntas, no celular. As respostas vão na primeira mensagem.
-
02
Conversa no WhatsApp
A equipe tira dúvidas e pede os documentos que você já tem. Sem custo nesta etapa.
-
03
Análise da documentação
Conferimos CAT, carta do B91, laudos e relatório cirúrgico, e dizemos o que falta.
-
04
Orientação e acompanhamento do pedido
Organizamos o pedido administrativo e acompanhamos até a resposta do INSS, que decide depois da perícia.
O tempo de resposta depende do INSS e da agenda de perícia. Não controlamos esse prazo, por isso não prometemos data. As telas acima são ilustrativas.
Antes da conversa
Documentos que ajudam na análise
Não precisa ter tudo. Mande o que tiver e orientamos como conseguir o resto.
- CAT, a Comunicação de Acidente de Trabalho
- Emitida pela empresa, pelo sindicato, pelo médico ou por você.
- Carta de concessão ou extrato do auxílio-doença B91
- Está no Meu INSS, no aplicativo ou no site.
- Laudos e atestados médicos
- Do hospital, do ortopedista ou da fisioterapia.
- Exames de imagem
- Raio X, tomografia ou ressonância, com o laudo.
- Relatório cirúrgico ou resumo da internação
- Descreve a placa, o pino, o parafuso ou a amputação.
- Documento com foto e carteira de trabalho
- Física ou digital. Comprova o vínculo na data do acidente.
Dúvidas
O que as pessoas perguntam antes da conversa
Isso prejudica a empresa onde eu trabalho?
O pedido é feito ao INSS, não contra a empresa. O auxílio-acidente é um benefício previdenciário, e a conversa não envolve o seu empregador.
Preciso parar de trabalhar para receber?
Não. O auxílio-acidente é uma indenização pela sequela e pode ser recebido junto com o salário, inclusive se você mudar de emprego.
Quanto custa?
A análise inicial da documentação não tem custo. Se houver trabalho de organização e acompanhamento, as condições são combinadas por escrito antes de qualquer etapa paga.
Vocês garantem que vou receber?
Não. Quem decide é o INSS, por meio de perícia médica. Nosso trabalho é entregar um pedido completo e acompanhar a resposta.
Vocês são advogados?
Não. A Vitallis é uma assessoria administrativa. Não prestamos serviços jurídicos e não atuamos na Justiça. Se o seu caso precisar de um profissional habilitado, dizemos isso na conversa.
E se eu não tiver a CAT?
A CAT pode ser emitida depois, por você, pelo médico ou pelo sindicato. Se você recebeu o B91, o INSS já reconheceu o acidente como de trabalho. Responda ao questionário mesmo assim.
Já voltei a trabalhar. Perdi o direito?
Não necessariamente. O auxílio-acidente existe justamente para quem voltou a trabalhar com uma limitação. O que importa é a sequela confirmada na perícia.
Tive alta há anos. Ainda dá tempo?
Pode dar. O direito ao benefício não prescreve, mas as parcelas atrasadas têm limite de cinco anos para trás. Analisamos as datas na conversa.
Em quanto tempo sai a resposta do INSS?
Depende do INSS e da agenda de perícia na sua região. Não controlamos esse prazo e não prometemos data. Acompanhamos o pedido e avisamos a cada mudança.
Como sei que isso não é golpe?
Você não paga nada pela análise inicial e não informa senha do gov.br. Os documentos vão para uma conversa com a nossa equipe, identificada com CNPJ no rodapé. Qualquer etapa paga é combinada por escrito antes.
Responda às quatro perguntas e veja se faz sentido conversar
Sem custo na análise inicial. Sem promessa de resultado. Quem decide é o INSS.
Verificar meu caso4 perguntas, menos de um minuto, sem custo.